CONHEÇA: "REZADEIRA - O CASO DA FAMÍLIA CABRAL"

CONTO DE HORROR, REZADEIRA, GANHA ADAPTAÇÃO PARA ÁUDIO PEÇA



Não tem como me conhecer e não conhecer Rezadeira - O Caso da Família Cabral, porque é uma publicação minha que trato praticamente como um filho, parido em 2016 na Amazon e hoje disponível em formato físico para vendas. A adaptação ainda não foi lançada (previsão para o fim deste mês), mas já temos um teaser disponível no YouTube. foi roteirizada e produzida durante o fim de outubro e início de novembro, com orientação da querida professora do curso de Jornalismo da UFCA, Débora Costa. O roteiro é fruto de um trabalho meu em parceria com Sávio Emanuel. A produção ficou por conta de Espedito Duarte, Deize Lisboa e Richardson Leite (sem contar que eles deram ótimas sugestões para aperfeiçoar o roteiro), sendo que os dois últimos também integraram o elenco composto ainda por: Placido Andrade, Emily, Emanuel Máximo, e eu (que fiz uma curta participação). O trabalho de edição esteve nas mãos do técnico Paulo Victor.

A adaptação teve um resultado realista e cheia de efeitos especiais. Pra quem curti podcasts, áudio book, rádio, creepypastas ou queira alguma experiência com produções sonoras, vale muito, muito a pena. O trabalho da equipe ficou incrível. Segue abaixo o vídeo incorporado do YouTube (ah, a peça completa será publicada lá, então se inscreve e clica no sininho pra receber a notificação quando sair, tá bom?! <3 ). Não esquece de comentar o que achou do Teaser ^^


REZADEIRA EM LANÇAMENTO DE VENDAS NA "FEIRA DO PÁTIO" DURANTE A IV MOSTRA UFCA

Foto: Raoni Bezerra
Durante a IV Mostra da Universidade Federal do Cariri, meu conto de horror, Rezadeira - O Caso da Família Cabral, teve suas vendas iniciadas integrado a Feira no Pátio. A experiência foi ótima, pude conhecer novas pessoas, apresentar o meu trabalho e conhecer outros trabalhos artísticos também. Eu poderia ter organizado um evento especialmente para o lançamento do meu conto em outro momento, porém acredito que não teria o mesmo impacto. Pessoas de diferentes gostos e faixas etárias passaram pela IV Mostra UFCA, então pude observar a reação de um público variado ao ver o banner e os exemplares. As vendas foram maravilhosas e eu ainda ganhei presente de uma amiga leitora.

Rezadeira - O Caso da Família Cabral é o primeiro de uma série de contos que pretendo lançar sob o selo da minha editora imaginária (Editora Poente; deixam nos comentários caso queiram saber mais sobre ela). Trata-se de um conto lançado isoladamente em um pequeno livro de 35 páginas. É um formato de publicação no mínimo autêntico, já que contos geralmente são publicados, de forma física, em antologias. Gostei dessa maneira de publicar e ela tem demonstrado uma boa aceitação; Rezadeira terá 4 ou 5 volumes.

COMO PUBLICAR O SEU LIVRO COM UMA EDITORA NO BRASIL?

Imagens: google images
Vez ou outra chega alguém até mim e pergunta "como se faz pra publicar um livro?". A resposta parece ser básica: ou você entra em contato com uma editora e assina contrato, ou publica de forma independente. Eu já publiquei das duas maneiras (hoje prefiro independente) e digo: com toda certeza, o processo para publicação é mais complexo do que se pensa. Pretendo, em outro momento, falar sobre publicação independente, se vocês quiserem (digam nos comentários), porém este post é direcionado a falar sobre o mercado editorial brasileiro.


Como escolher a editora certa? 

Antes de começar a submeter o original, é necessário entender os tipos de editora que atuam no mercado e qual atende melhor as suas necessidades ou se adéqua melhor a sua realidade.

Editora tradicional - editoras tradicionais, ou comerciais, arcam com todos os custos de publicação e distribuição da obra. É mais difícil conseguir contrato com elas, porque apenas publicam aquilo que acreditam que irá surpreender nas vendas. Isso as faz criteriosas e autores iniciantes, anônimos na mídia, são raramente (para não dizer nunca), contratados. Um grande exemplo de editora tradicional é a Editora Intrínseca, que há pouco tempo só publicava livros internacionais, que já haviam feito sucesso fora do Brasil. As editoras tradicionais pagam de 10 a 20% das vendas de cada exemplar ao escritor.